sexta-feira, 16 de agosto de 2013

NATAL, RÉVEILLON 2014 E FÉRIAS DE VERÃO




REDE VILA GALÉ LANÇA PACOTES EM SEUS RESORTS


 






Já se anuncia mais uma vibrante temporada de excursões para o Natal, Réveillon e férias de verão em 2014. Este ano, se repete - em escala maior - a habitual competição entre os navios de cruzeiros e os principais resorts e hotéis de lazer no Nordeste do Brasil. A escalada do dólar pode frustrar ou inibir muitos projetos de viagens ao exterior na alta estação, e quem pretendia ir para Paris, Nova York, Miami e Orlando pode decidir ficar por aqui mesmo. Quem largar na frente disputa essa guerra comercial com mais vantagem.

Foi o que aconteceu com a rede hoteleira Vila Galé, que acaba de completar 18 hotéis em Portugal e opera mais seis no Brasil. Seus resorts em Cumbuco, Praia do Futuro, Cabo de Santo Agostinho, Salvador, Praia de Guarajuba e Angra dos Reis já lançaram seus pacotes para o período mais movimentado do ano no turismo  brasileiro. A maioria dos pacotes foi organizada com a CVC Viagens, mas o grupo hoteleiro português trabalha com as principais operadoras nacionais.

O Vila Galé Cumbuco, na praia do mesmo nome, a 35 km de Fortaleza e 72 km de Aquiraz, criou pacotes de oito dias, em regime all inclusive (tudo incluído), oferecendo às famílias sua impecável estrutura de hospedagem, suas piscinas e hidromassagens, suas quadras esportivas e lazer para adultos e crianças.

Em Cumbuco, o pacote de Natal custa a partir de R$ 4.250 por pessoa em duplo, divididos em 10 parcelas de R$ 425. Saída principal em 21 de dezembro. Parte aérea e transfers incluídos em todos os pacotes.

Já o Réveillon 2014, com saída em 29 de dezembro, custa R$ 5.790 por pessoa, em dez mensais de R$ 579. E os pacotes de janeiro, também de oito dias, custam a partir de R$ 3.250, em dez parcelas de R$ 325.

Desde sua abertura, o Vila Gale Cumbuco é considerado uma das referências de luxo, conforto e modernidade no litoral do Nordeste. A diretoria da rede vem investindo continuamente em programas de qualidade do atendimento, sabendo que a concorrência será cada vez mais acirrada.


 
O grande filão do turismo de praia no Nordeste é disputado por dezenas de empreendimentos, bastando citar os cinco resorts da Costa do Sauípe, os dois Iberostar Bahia, Grand Palladium Imbassaí, Transamerica Ilha de Comandatuba, Clubes Med de Trancoso e Itaparica, Nannai Beach Resort, Salinas de Maragogi, Maceió Atlantic Suítes, Jatiúca Resort, Enotel de Porto de Galinhas, Summerville Beach Resort, Beach Class de Muro Alto, Tivoli Ecoresort da Praia do Forte, Dom Pedro Laguna em Aquiraz etc.


Outros concorrentes de peso nesta região: resorts de Itacaré, Porto Seguro e Arraial d'Ajuda,Beach Park Suítes, Stella Maris e Catussaba Resort em Salvador, Kiaroa em Itacaré, Txai Resort, Grand Oca Maragogi, Ocean Palace de Natal, Salinas de Maceió,  Mussulo Beach Resort na  Paraíba, Cana Brava Resort e os principais hotéis de praia em Natal, Fortaleza, Maceió, Recife, Muro Alto, Porto de Galinhas, Itamaracá,  Ilhéus, João Pessoa, Aracaju e outras cidades. Há hotéis de todos os tipos e faixas de preço.

Segundo o presidente da rede Vila Galé, empresário Jorge Rebelo de Almeida, os seis empreendimentos do grupo português no nosso país estão bem posicionados no mercado e em contínua expansão. Ele, que todos os anos vem de Lisboa para participar do Congresso da Abav Nacional e da Feira de Turismo  das Américas(a maior do Continente), na primeira semana de setembro, espera inaugurar em 2014 o mais novo hotel da rede, no bairro da Lapa revitalizada, no centro histórico do Rio de Janeiro.

A seguir, mais informações sobre outros hotéis da rede e suas características. Veja a coleção completa no site www.vilagale.com.br e procure conhecer melhor os famosos hotéis e resorts do Algarve; o Vila Galé Santa Cruz, na Ilha da Madeira; o Vila Galé Ópera, em Lisboa, no bairro de Alcantara; o Vila Galé Porto, na segunda maior cidade de Portugal; e os empreendimentos em Ericeira, Coimbra, Cascais e Estoril Ver também o site português: www.vilagale.pt.


  ALTOS INVESTIMENTOS NO VILA GALÉ DE ANGRA


Um recanto paradisíaco no litoral do Rio: o Vila Galé de Angra dos Reis, em meio a uma paisagem exuberante


Em Angra dos Reis, a principal novidade é a reforma geral dos 317 apartamentos e 11 suítes, com tecnologia de última geração e mais conforto e luxo. O hotel, um investimento da Funcef, foi aberto em 2009 e fica de frente para o mar de Angra, cuja tonalidade o Guia 4 Rodas define como "um verde estonteante".

A estrutura de lazer vem sendo continuamente melhorada, e há equipes de recreação (adultos e crianças) diariamente até 22h. Os apartamentos ja contam com TV de LCD. A suíte presidencial, com 97 m2, possui cama king-size com dossel e varanda com hidromassagem.

A gastronomia é um ponto forte neste e nos demais hotéis da Vila Galé, destacando-se os restaurantes Versátil e Inevitável, onde os hóspedes podem experimentar os vinhos tintos da Casa de Santa Vitória, no Alentejo, outro produto do grupo. Em Angra, destaque para o Bar da Praia, Submarino, Euphoria e Soul & Blues. 

Além do Spa Satsanga,  marca registrada da rede, há ducha, massagens, sauna, ofurô e shiatsu, além de tratamentos de pele. Outros produtos diferenciados: atividades de ecoturismo, passeios pela Mata Atlântica, excursões de escuna pelas maravilhosas ilhas da Baía de Angra, e programas de mergulho e pesca, com vida marinha abundante e mergulhos a profundidades entre 12 e 30 metros.

Angra fica a mais de 520 km de Belo Horizonte, a 166 km do Rio, 99 de Paraty e 174 de Ubatuba, pela Rio-Santos. Passeios imperdíveis: Praia das Flechas e do Dentista (Jurubaíba), Lagoa Azul, Ihlas de Cataguases e Botinas, e as duas principais ilhas da região - que são Ilha Grande e da Gipóia.

Para reservas e mais informações: (24) 3379-2800. Ou DDD grátis: 0800-7037272. E-mail; angra.reservasd@vilagale.com.br


FILOSOFIA DE JORGE REBELO É INVESTIR SEMPRE

O Vila Galé do Cabo de Santo Agostinho é um dos preferidos por mineiros no litoral Sul de Pernambuco


O presidente da Rede Vila Galé sabe que é preciso continuar investindo sempre na qualidade do seu produto, e que a disputa de mercado é árdua e exige muito trabalho e comprometimento com a satisfação e fidelidade dos clientes. Esta é a filosofia de Jorge Rebelo de Almeida,  que predomina nos outros empreendimentos do grupo no Brasil.

O Vila Galé do Cabo de Santo Agostinho, na Av. Beira Mar 750, vem sendo um dos resorts preferidos por mineiros no litoral de Pernambuco, em pacotes semanais organizados por várias operadoras: Master, Primus, Belvitur, Interpool etc. 00 unidades e vem passando por uma série de transformações. São 37 km a partir do antigo Aeroporto Internacional de Guararapes, hoje Gylberto Freire. E-mail: cabo.reservas@vilagale.com.br

Jorge Rebelo, Marta Rocha e o jornalista Hélio Fraga



Já o Vila Galé Marés, na praia de Guarajuba, litoral Norte de Salvador, tem uma clientela fiel de brasileiros e também de portugueses que fogem do frio entre novembro e março, buscando no Nordeste sol, praia,comida farta, água de coco e bebidas tropicais. 

São 447 apartamentos em chalés de três categorias, cercados pelo azul das piscinas e as palmas dos coqueiros. Guarajuba fica no município de Camaçari, a 42 km do Aeropoorto Internacional de Salvador, com acesso pela Linha Verde. Informações: (71) 3263-8834. E-mail: mares.reserva02@vilagale.com.br

O Vila Galé de Fortaleza fica na badalada Praia do Futuro (Av,. Dioguinho 4189), com 300 apartamentos, ideais para famílias com crianças. Há vários pacotes à disposição dos turistas. Reservas: (85) 3486-4440. E-mail: fortaleza.reservas@vilagale.com.br

Já o Vila Galé de Salvador, na Praia de Ondina, com bela vista do mar e passeios de escuna pelo litoral baiano. Oferece excursões aos principais pontos históricos; Pelourinho, Elevador Lacerda, Terreiro de Jesus, Igreja do Carmo, Igreja do Senhor do Bonfim, Mercado Modelo etc.

Fica no alto da Rua do Morro do Escravo Miguel 320, e foi aberto em 1997 com 224 apartamentos. Reservas: (71) 3263-8888. E-mail: salvador.reservas@vilagale.com.br


BANDEIRA DO GALO A BORDO DO CARNIVAL VICTORY



Assim que o Atlético conquistou a Copa Libertadores, meu amigo Marcello Oliveira, de Miami, embarcou com a família para um cruzeiro de 4 noites no navio Carnival Victory - segundo ele, "escolhido a dedo" (Victory, Vitória). E levou junto a bandeira do Brasil com o escudo do Galo no centro. E desceu com a bandeira em todos os portos de escala, como Key West, Bahamas e Cozumel, no México.

Marcello aparece na foto ao lado dos filhos Pedrão (Pedro Henrique) e Lucas, fanáticos pelo Atlético como o pai, e ambos muito envolvidos com o esporte na Flórida, acompanhando as principais partidas do bicampeão da NBA, o Miami Heat. Por sinal, o dono do time é Mike Arison, presidente da Carnival Corporation, uma empresa "modesta" com mais de 80 navios das bandeiras Costa Cruzeiros, Princess Cruises, Holland America, Cunard Line, Seabourn  e a própria Carnival.

Este Victory  é um dos mais novos da frota, tendo como diferencial a quantidade e variedade de música nos ambientes a bordo; os shows todas as noites no teatro; jogos no cassino; academia de ginástica; piscinas e hidromassagens; e uma porção de bares e restaurantes. Haja margaritas e tequillas. 

Marcello promete que, nas futuras viagens, profissionais ou de lazer, vai levar sempre a bandeira do Galo Forte e Vingador e desfilar com ela. E já pensa em viajar ao Marrocos para ver a decisão do título mundial interclubes, na segunda quinzena de dezembro, época de voos cheios e tarifas mais altas.



COMPANHIAS AÉREAS ESTRANGEIRAS AMEAÇADAS EM CONFINS


Quando a gente pensa que viu tudo nesta vida, e já não se surpreende com mais nada, por mais absurdo que seja -, leio no jornal "O Tempo", do qual sou feliz assinante desde janeiro, que as cinco companhias estrangeiras que operam voos regulares partindo de Confins, podem ser obrigadas a reduzir ou cancelar suas rotas por tempo indeterminado. Estarão ameaçadas de perder clientes, ou obrigadas a embarcá-los para o exterior via Rio/Galeão Tom Jobim ou Guarulhos-SP. Um retrocesso inaceitável e inadmissível. 


Não estamos falando de uma segunda pista, urgentíssima, com 4 000m, ou pelo menos 3.600m de extensão. Falamos da única pista existente, que terá de ser ampliada em mais 600 metros. E isso será feito no momento mais desfavorável para terraplenagem ou compactação,que é a época das chuvas, a partir de outubro.

Estão diretamente coagidas e ameaçadas as empresas TAP Portugal (voos para Lisboa e mais de 50 conexões européias); American Airlines, para Miami e conexões dentro e fora dos Estados Unidos; TAM, também com ligações para Miami e conexões para NovaYork,  Los Angeles, San Francisco, Dallas, Boston etc; Copa Airlines, que leva mineiros para todo o Caribe, América Central e Estados Unidos; e Aerolineas Argentinas, com ligações diárias para Buenos Aires e conexões por toda a Argentina.
 e Cone Sul.

Esses voos internacionais foram duramente conquistados, e não podem escorrer pelo ralo da incompetência dos administradores estaduais e municipais. Todas as entidades representativas do turismo mineiro têm o dever moral de posicionar-se CONTRA o cancelamento desses voos, ou um drástico remanejamento que seja prejudicial às empresas aéreas e aos passageiros.

Holofotes e refletores existem também para isso: clarear a escuridão das noites e permitirque os trabalhos sejam executados entre zero hora e seis da manhã seguinte. E pode-se começar a obra da cabeceira inversa da pista (sentido Vespasiano/Aeroporto) até encontrar-se com o asfalto da atual pista de 3 mil metros. Recrutar operários especializados neste tipo de trabalho e que, obviamente, vão receber adicionais, alimentação, alojamento e assistência durante essas obras noturnas.

Estamos tão acostumados à inoperância de certos órgãos, e à indiferença de certos administradores - mais especializados em propaganda enganosa e ufanista de falsas "realizações" - que temos a tendência de aceitar certas decisões erradas como fatos consumados. Mas não pode ser este caso:  Minas tem o dever e obrigação de apoiar estas empresas, que foram convidadas para operar aqui, e não são aventureiras nem intrusas.

O Aeroporto de BH/Confins pode muito bem conviver com essas obras adicionais, que já vêm com atraso de 15 ou 20 anos. A pista deveria ter 3.600m desde a abertura do aeroporto, mas ficou faltando o trecho final. A opinião pública sabe onde as verbas dessas obras costumam parar.

A solução é todos se sentarem à mesa de negociações, discutir a parte técnica e operacional, analisar todas as variáveis e condicionantes, e chegar a um consenso que não se transforme numa desgraça para os passageiros mineiros, felizes da vida com esses voos diretos, sabendo-se que uma escala no Rio ou Guarulhos, além do custo maior, pode adicionar entre 10 e 12 horas a mais num roteiro de viagem. 

A decisão não pode ser imposta de cima para baixo. O diálogo em alto nível é a solução mais adequada. E, se quiser mostrar serviço, a cúpula da Secretaria de Estado do Turismo tem aqui uma grande oportunidade de justificar sua existência.


A Infraero não pode impor nada. Ela tem de atender às  reivindicações dos empresários e das entidades de classe, dos órgãos de defesa do consumidor e de todas as forças vivas do turismo mineiro. Mas nada pode ser resolvido sem que participem, e tenham voz, os representantes da TAP, American, TAM, Aerolineas Argentinas e Copa Airlines. 


Confins existe em função dos passageiros. Por falta deles, já chegou a ser chamado de Elefante Branco nos anos 90.

Hélio Fraga -16 de agosto de 2013

 

 



 
 
 



 





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