quinta-feira, 8 de agosto de 2013

VIAGENS AO EXTERIOR



JAMAIS SAIA DE CASA SEM TER SEGURO DE SAÚDE


Já estava demorando esse depoimento pessoal sobre a importância dos seguros de assistência internacional em viagens - sejam individuais ou familiares; e sejam a lazer, negócios, intercâmbio cultural, tratamento de saúde, estágios e cursos,  e quaisquer outros motivos. Dá para resumir tudo nesta conclusão que me acompanha há mais de 40 anos, em sucessivas viagens: jamais sair de casa sem ele.



O interessante é que jamais precisei da proteção do seguro pago por qualquer ocorrência  em dezenas de países. Mas na única vez em que deixei o Brasil sem a apólice, me machuquei seriamente e não tinha a menor cobertura. Vejam meu azar: em outubro de 2004, fazendo uma excursão pela Polinésia Francesa, integrando um grupo de jornalistas, levei um tombo de moto na ilha de Moorea, fraturando o úmero esquerdo e sendo levado de volta ao navio Pacific Princess, ancorado naquele mar de azul belíssimo.



Minha política sempre foi de não aceitar passagens de cortesia, sejam de navio ou avião, por entender que a condição de convidado, com todas as despesas pagas, implica na perda de minha liberdade de opinião. Você fica de braços atados. E de olhos vendados para qualquer erro, falha ou irregularidade.


Mas a Princess Cruises e a LAN Chile insistiram tanto que acabei aceitando fazer essa viagem de sete dias, passando por Santiago, Ilha da Páscoa, Papeete (capital da Polinésia Francesa) e ilhas de Moorea, Bora Bora e Huahine. O grupo reuniu profissionais de grandes jornais e revistas turísticas do Rio e São Paulo, mais três representantes da imprensa de Minas, Paraná e Rio Grande do Sul.

Claro que imaginei que, sendo uma viagem a convite, os organizadores teriam o cuidado de fazer um seguro individual ou coletivo. Mas tal não aconteceu. Foia primeira vez que saí de casa sem levar meu seguro Travel Ace, velho colega de bordo por tantos anos.

Só fui saber que não havia seguro nenhum ao chegar ao navio, levado em cadeira de rodas à enfermaria. Na falta da apólice, eu teria de pagar todos os custos no cartão internacional. Após duas chapas de raio-X, injeção contra dor, enfermagem e imobilização da área afetada (não havia condição para uma cirurgia desta natureza a bordo, colocando-se pinos de aço ou placas de platina), a conta da enfermaria ficou em 604 dólares americanos. Paguei no cartão Ourocard Visa.

Horas depois, sabendo do acidente e dos custos,  as representantes da Princess Cruises (Danil Reis) e da companhia chilena (Leila Valente), decidiram solicitar à matriz da Princess, na Califórnia, o cancelamento da fatura, tendo em vista a condição de convidado especial e o fato de estar em missão profissional. Assim, o valor de US$ 604 foi estornado em menos de 24 horas, para minha sorte.
 
Foi a única vez em que pude comprovar, pessoalmente, a falta que o seguro de viagem faz - quando a gente precisa dele e não tem  cobertura nenhuma. E as despesas de tratamento no exterior são altíssimas. Há centenas de casos de hospitalizações caríssimas, cirurgias, casos de pessoas atendidas à beira da morte, e até repatriamento dos corpos em caso de falecimento etc, foram honradas pelas empresas que comercializam os cartões. Dão segurança mesmo. Vão além do esperado. 

Por isso, podem acreditar que aqui fala a voz da experiência: nunca, jamais, em tempo algum, deixem de colocar o seguro de cobertura internacional em suas previsões de gastos de viagem. Simplesmente não entrem no avião sem estar de posse dele.

Infelizmente, a triste verdade é que, em cada 100 passageiros, apenas 30 estão segurados pelos cartões. Os outros 70, talvez por desinformação ou descuido,  não têm idéia do risco que estão correndo. O cartão não é despesa, mas investimento na sua saúde e bem-estar pessoal. É proteção para sua família. Não é gasto supérfluo, mas uma necessidade. 

Ficam aqui meus votos de que jamais um de vocês, amigos leitores por este imenso país, e em mais de 40 nações, tenha de passar por esta amarga experiência de estar seriamente ferido (acidente de trem, ônibus ou carro; atropelamento; queda numa estação de esqui; tombo na escadaria do metrô etc). - e não poder contar com a garantia dessa cobertura. Aí, dá vontade de sentar no meio-fio e começar a chorar a falta que o seguro faz na hora em que você mais precisa dele.


        TRAVEL ACE DISPUTA A LIDERANÇA DO MERCADO





A Travel Ace Assistance e o cartão Assist Card lutam arduamente pela liderança entre os preferidos pelos viajantes brasileiros. Ambos têm importantes parcerias com companhias aéreas e marítimas; operadoras de excursões; agências de viagens e prestadores de serviços turísticos. Ou responsáveis por vistos consulares - como o caso da mineira Despachatur, de Aldo d' Valle, que tem convênio com a Travel Ace.

O cartão Travel Ace é um recordista de vendas no mercado de Minas Gerais, segundo Ana Paula Teixeira, sua representante.O desempenho de sua equipe é tão brilhante que ela foi convidada para assumir a gerência nacional de vendas em São Paulo. Mas, por razões familiares (os filhos Henrique, de 11 anos, e Bernardo, de sete, mais o marido  Carlos Henrique Rodrigues Alves, executivo de uma multinacional argentina), ela prefere continuar morando em Belo Horizonte.

Após sete anos no Assist Card, Ana Paula assumiu em 2003 a representação da Travel Ace em Minas. O cartão tem sua sede na Argentina, mas com 30 anos de presença no Brasil, pertence ao Grupo Imas e aqui no Brasil são sócios o Ricardo e Roberto Roman.

A partir de 01/08, Ana Paula assumiu a Gerência Nacional de Vendas, tendo base em BH e agora responsável pelas regiões Norte, Nordeste, Centro-oeste, Sul e o estado de MG.

Ana Paula diz que o seguro de viagem não é um gasto, mas um benefício. A apólice de garantia tem de ser emitida antes de o passageiro deixar o Brasil. Não se faz seguro depois que o problema de saúde aconteceu lá fora.

Ana Paula Teixeira, representante da Travel Ace Assistance em Minas Gerais - uma recordista de vendas


Além da sede paulista e da filial em Minas, a Travel Ace conta também com filial no Rio e Recife, e com representantes em Brasília, Curitiba e Porto Alegre. 
 
Muitos passageiros nem ficam sabendo que a cobertura do seguro é muito mais ampla do que se imagina. Além de pagar todas as despesas médicas e hospitalares, e todos os remédios exigidos, a apólice tem também seguro de extravio de bagagem, que pode chegar a US$ 2 mil. Nos atrasos de bagagem com mais de seis horas, o titular recebe uma indenização de US$ 800 para comprar roupas e artigos de primeira necessidade.

A Travel Ace Assistance vende mais de 200 mil apólices de seguro por ano no Brasil, e Minas está em segundo lugar,  só perdendo para São Paulo. O escritório em BH fica na Rua Pernambuco 1002, sala 502, na Savassi, aberto de segunda a sexta-feira, de 9 às 18 horas. Contatos pelo fone (31) 3261-2111. E-mail: comercial-bhz@travelace.com.br


    MESSI,  GAROTO PROPAGANDA DA  TRAVEL ACE
 

A contratação de Leonel Messi como garoto propaganda da Travel Ace foi um gol de placa do seguro. Messi é muito seletivo ao ligar seu nome a uma marca comercial ou institucional.  Basta lembrar a camisda do Barcelona com o logotipo da Unicef e agora da Qatar Airways, uma das maiores companhias aéreas do mundo .

Há jogadores nem tão famosos como ele, mas candidatos a ídolos mundiais, que são loucos por dinheiro e anunciam tudo que lhes aparece - de carros a televisores, empresas de telefonia, de loções de barba a desodorantes. Só faltam anunciar serviços funerários, camisinhas, bonecas Barbie  e rações para cachorros.


Leonel Messi, o maior jogador de futebol do mundo, se tornou  a estrela principal das campanhas promocionais da Travel Ace


Já estão prontos todos os novos folhetos da Travel Ace, além de banners, capas de apólices e etiquetas de bagagem. Messi vai aparecer em todos os países onde a Travel Ace tem negócios. Uma aquisição de peso. Um investimento inteligente e seguro. Um nome com credibilidade.
 
Para se ter ideia de um seguro de viagem para os Estados Unidos, válido9 por uma semana, com cobertura máxima de US$ 250 mil, o preço por adulto é de US$ 126, e os menores de 21 anos não pagam. O seguro válido por 10 dias sai por US$ 147  para adultos ; e de 14 dias, US$ 202.

Para a Europa, com cobertura de 30 mil euros, o Travel Ace  custa US$ 48,  válido por sete dias; 10 dias, US$ 70; 14 dias, US$ 93. Os acompanhantes, sejam adultos ou crianças, pagam a metade.

Minas Gerais vende cerca de 5 mil seguros Travel Ace por mês, e 60 mil por ano. Segundo Ana Paula, a expectativa é de que os números sigam crescendo, apesar da desvalorização do real frente ao dólar (verdadeira escalada)  e deste câmbio alto ter afetado generalizadamente o mercado de viagens.


FEIJODA DO MARANHÃO  NO CLUBE DO CHALEZINHO


Valdez Maranhão, presidente da Arfoc Minas e um dos mais prestigiados profissionais da imprensa e turismo de MG, fará a vigésima segunda edição de sua tradicional Feijoada do Maranhão no próximo sábado, dia 17 de agosto, a partir de 13h, no Clube do Chalezinho .Previsão de  800 convidados, segundo Luana Bastos, da Primeiro Plano Comunicação, responsável pela divulgação.

Não podia haver escolha melhor: dona Nelsa Trombino, fundadora e diretora do restaurante Xapuri, no bairro Braunas-Pampulha, será a responsável pelo preparo da feijoada. Entre as atrações musicais, a dupla sertaneja Fred e Geraldinho e a percussão da Balatucada. Este ano, Valdez convidou jornalistas de outros Estados, apoiado pela rede hoteleira local.


A festa tem apoio institucional das Secretarias de Estado do Turismo do Maranhão e Minas Gerais, da Belotur e outras entidades. Como acontece todos os anos, o Mercado Central (Macoud Patrocínio, presidente)  está presente, ao lado de outros parceiros comerciais.

Em 28 de setembro, em São Luís, vai acontecer a terceira edição da Feijoada do Maranhão em sua terra natal. Foi escolhido o Hotel WH Rio Poty, perto da Lagoa Jensen e da praia de Ponta da Areia. As principais  empresas do turismo maranhense dão apoio a este evento. Convidados mineiros viajam a São Luís em pacotes da Infinity Tour.

Para o evento dia 17 no Chalezinho, ingressos à base de camisetas personalizadas, já à venda pelo site www.centraldeeventos.com.br ou na sede do Buteco do Maranhão, no bairro de Lourdes, Rua Bernardo Guimarães quase esquina de Av. Bias Fortes e Álvares Cabral. Um dos tradicionais pontos de encontro da turma do turismo.


 

 


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