segunda-feira, 17 de novembro de 2014

GRUPOS MINEIROS VÃO ASSISTIR AO RÉVEILLON NA ILHA DA MADEIRA






-"Uma festa maravilhosa, fantástica, parece coisa de cinema".
- "Um dos maiores espetáculos de queima de fogos do mundo".
-"Um cenário deslumbrante, superando as melhores expectativas".
- “Sem o gigantismo de Copacabana, mas com um belíssimo visual.”

As opiniões são de turistas mineiros que já foram passar o Réveillon na Ilha da Madeira, e gostaram tanto que planejam voltar. Apesar das altas do dólar e do euro, gente que esteve em Funchal na última virada do ano pensa em repetir agora, ou no máximo em 2016. O show de fogos na capital da Ilha da Madeiral é empolgante – as impressionantes imagens que ilustram este blog nem precisam de legendas, tal a intensidade dos fogos em sucessivas cascatas multicores, o céu mas estrelado do que habitualmene, e incríveis formações de figuras que parecem sair de um conto de fadas...
Tudo aqui é empolgante. Reparem que os fogos explodem em vários pontos da ilha, tanto na parte baixa de Funchal e no terminal portuário, como nas encostas dos morros; nos terraços dos hotéis e nas varandas panorâmicas sobre o oceano; junto às igrejas, museus e prédios públicos. Melhor ainda se o espetáculo for visto do alto dos muitos miradouros que a ilha tem. Uma madrugada de êxtase total, e  com uma taça de champanhe na mão.
Funchal, capital da belíssima Ilha da Madeira, espera que a virada do ano e a entrada em 2015 sejam uma festa realmente de arromba, reunindo pessoas de mais de 50 nacionalidades - com predominância de escandinavos, europeus do Leste e da parte ocidental, e asiáticos em geral. Certamente alguns brasieiros e uns poucos latinos  Há muitos países em crise, forte desemprego, instabilidade política, conflitos raciais, epidemias de ebola, movimentos separatistas etc, mas tudo isso fica para trás na hora de virar a página na noite de 31 de dezembro  de 2014.
Pelo menos dois grupos de mineiros estarão vendo de perto o espetacular show de fogos da Madeira. Um deles é da operadora Abreutur, com expectativa de levar dezenas de pessoas, de 28 de dezembro até 7 de janeiro; e o outro é da Saint Germain Turismo, já com muitos inscritos (foram mais de130 no ano passado).  Mais detalhes das excursões e custos na sequên ia do blog.
Indispensável dizer que, como falam os madeirenses, sua ilha privilegiada é o lugar onde os europeus trocam os rigores do inverno por um clima de eterna primavera. Deixam os pesados casacos de lã em casa, tomam um voo regular ou fretado, e descem em Funchal  de camiseta e bermuda, com muito sol e dias claros à sua espera. Adeus neve!


HOTÉIS DE LUXO E JANTAR DE GALA À SUA ESPERA
Devido à grande procura, é preciso fazer reservas na Madeira com bastante antecedência. No caso do Réveillon 2015, pode-se dizer que já estamos nos acréscimos do segundo tempo – são raros lugares disponíveis. O grupo da Abreutur vai ficar no Pestana Casino Park, de 5 estrelas. O gerente regional, Montovani Bernardes, garante que os passageiros terão serviços de alta categoria à disposição em todo o percurso. A empresa está no mercado desde 1840 e, no Réveillon, tem excursões para importantes destinos nos Estados Unidos, Caribe, América Latina e países europeus.

Os embarques em Confins serão em 28 de dezembro, chegando a Lisboa na manhã seguinte. Haverá um passeio pelas principais atrações da capital portuguesa  e pernoite. no Hotel Mundial. No dia 30, embarque para Funchal,  numa viagem de 1h15 de duração. Se durante todo o ano o Aeroporto de Lisboa já é complicado, com excessiva demora nas inspeções de segurança, e poucos guichês funcionando nos setores de Imigração, calcula-se que na virada do ano será muito pior.
     
As inscrições estão prestes a ser encerradas, não há tempo a perder. E quanto mais a decisão de ir ou não demorar, já se sabe que o dólar mais vai subir e o custo da excursão será mais caro..

A permanência na capital da Madeira será até 4 de janeiro, quando o grupo retorna a Lisboa. A ceia de réveillon não está incluída no pacote da Abreutur e custa 326 euros, mais de R$ 1.300, sendo paga à parte. As três noites na capital serão no Hotel  Sana Lisboa.

A excursão tem parte terrestre a 1.100 euros por pessoa em acomodação dupla. No fechamento deste blog, o euro valia R$ 3,460. Já a parte aérea sai por US$ 1.875 por pessoa, mais taxas de US$ 113,75. O dólar estava custando mais de R$ 2,70 no câmbio turismo. Antes do retorno ao Brasil, o grupo ainda visita o Castelo de Sintra , o santuário de Fátima e a cidade histórica de Óbidos. Mais detalhes pelo fone (31) 3654-1840.

Já o pacote da Saint Germain, segundo o diretor Wander Carvalho Dias, tem o custo de US$ 1.510 mais taxas na parte aérea,  e 1.450 euros a parte terrestre, com a vantagem de incluir a ceia de gala na passagem do ano. A parte terrestre pode ser paga com 30% de entrada e o restante financiado.

Serão 5 noites em Funchal, também no Pestana Casino Park, e 3 em Lisboa - estas, no Hotel Mundial, de 4 estrelas, recordista na preferência dos turistas brasileiros, no coração da cidade (Baixa Pombalina). Retorno a BH em 6 de janeiro. O grupo será levado por Wander e seu filho Ricardo Carvalho. Reservas e informações: (31) 3291-1630.
 A GINJINHA DA MADEIRA RIVALIZA COM A DE ÓBIDOS

Come-se muito bem na Madeira, e os preços do bacalhau são baixíssimos – pode-se almoçar até por 8 euros num restaurante central. No quesito da gastronomia, o bom bacalhau do Porto e Mar do Norte está disponível nos cardápios (aqui se diz ementas) dos hotéis e melhores restaurantes estrelados, podendo ser acompanhado de um bom vinho ou  da cerveja local, marca Coral (com ou sem álcool).
 A cor do copo da cerveja Coral indica sua condição: escudo vermelho, se for com álcool; ou azul, zero de teor alcoólico. Cerveja fabricada com a água pura que cai das fontes nas montanhas.
 Mas a bebida mais famosa da ilha é a tradicional ginjinha, que rivaliza com as de Lisboa e Óbidos, famosas internacionalmente. A ginjinha é ótimo aperitivo antes do jantar. Cai sempre bem.Toma-se em cálice pequeno, e de um gole só.
 Há sardinhas na brasa; peixes grelhados; saladas de frutos do mar; espetadas de carne de boi, porco e frango, com bastante cebola e pimentão; e grande variedade de pratos regionais. O vinho Madeira, de 5 ou 10 anos, rivaliza com os do Porto (sem querer ofender).
A Madeira mudou demais nas duas últimas décadas, desde a entrada de Portugal na União Europeia. Se já era muito rica, graças aos vinhos, cerâmicas, bordados e fina gastronomia, tornou-se milionária com o extraordinário desenvolvimento do turismo e a criação de um porto livre de impostos - o mapa da mina. Mais os cassinos da rede hoteleira, com todo tipo de jogos e apostas.

   FUNCHAL  NUM  CLIMA DE ETERNA PRIMAVERA 

Esqueça que é inverno na Europa, pois em Funchal o clima  é de eterna primavera. Temperatura sempre acima dos 18 a 20 graus. É possível fazer caminhadas, como se fosse verão, e praticar esportes náuticos. Todos os hotéis de luxo têm grandes piscinas a  áreas para banhos de sol, além de varandas panorâmicas.

Os cenários são deslumbrantes. A Madeira é um extenso e montanhoso jardim florido. Vista de alguns ângulos, a ilha pode parecer pequena, mas a realidade é outra. Seu território, com 741 km2,  tem 57 km de comprimento por 22 km de largura. Fica a 500 km da costa africana e a 990 km de Lisboa. População estimada em 250 mil habitantes.

A luminosidade da Madeira é fantástica. Um passeio pela ilha permite descortinar sucessivas paisagens fantásticas. Funchal e seus arredores  acabam provocando a descoberta de cenários emocionantes; encostas dos morros cobertas por videiras (plantio de uvas); um exagero de flores por toda parte; comida fina e variada; excelentes confeitarias e lanchonetes; lojas com todo tipo de artesanato português; adegas com degustação de vinhos;  lojas especializadas nos famosos bordados da Ilha da Madeira (certa vez, vi uma toalha de banquete toda bordada em azul, com 24 guardanapos de linho, custando 14 mil euros - o preço de um relógio Rolex).

Em vários pontos da ilha, como na parte histórica, há lugares para degustação de vinhos e licores. No centro comercial do Funchal há pequenos restaurantes que se destacam pela boa comida e hospitalidade. Gente realmente simpática. Pais e filhos cuidando do negócio familiar.

                AS BELEZAS DESTA ILHA ENCANTADA

De qualquer ângulo, a Madeira é encantadora. As lindas vistas se sucedem e as flores estão por toda parte. É um jardim que parece não acabar nunca. Mas só vai perceber tudo isso quem tiver sensibilidade, e não chegar aqui contaminado por essa febre de "progresso". Sim, a Madeira é muito desenvolvida, rica e próspera, mas soube preservar sua espantosa beleza natural. As flores invadem os muros e passeios, e tomam conta das encostas e chegam aos rochedos
Nem se ficar aqui uma semana, e passeando dia e noite, o turista vai conhecer tudo. Tem gente que passa 5 dias aqui e acaba voltando para casa sem ter visto nada. Por exemplo, os excelentes museus: de História Natural, de Arte Contemporânea, de Arte Sacra, museu Quinta das Cruzes, Universo de Memória, Casa Frederico de Freitas, museu da Eletricidade, do Bordado e Tapeçaria, do Vinho da Madeira, museu Henrique e Francisco Franco, museu Municipal e outros.
E uma sucessão de belas igrejas: Santo Antônio, São Martinho, convento de Santa Clara, capela de N. S. da Conceição, capela do Corpo Santo e igrejas do Colégio dos Jesuitas, de São Pedro, do Monte, do Carmo, Sé do Funchal (bela catedral), capela da Penha de França - tudo isso espalhado pela ilha. Quase sempre, igrejas pintadas de branco e rodeadas de praças e jardins floridos.
Os jardins e miradouros se sucedem por toda a ilha. Seu Jardim Botânico é considerado um dos mais belos do mundo, bastante amplo, verdadeiros terraços floridos com vista para o mar. Outros destaques: jardins do Miradouro Vila Guida, da Quinta da Boa Vista, do Almirante Reis, do Campo da Barca, da Quinta do Poço, da Quinta Palmeira, Quinta Magnólia, jardim público da Ajuda, os maravilhosos Jardins do Imperador, jardim de Santa Luzia, das Orquídeas etc. Entre tantos miradores, vale citar o Pico dos Barcelos.
Só terá um conhecimento mínimo da ilha quem visitar  suas principais comunidades: Câmara de Lobos, Santa Cruz, Porto Moniz, Machico, Calheta,  São Vicente, Santana, Ribeira Brava e Ponta do Sol. É como se fossem pequenas cidades e Funchal tivesse uma região metropolitana.

               DO PICO RUIVO AO PAÚL DA SERRA

A topografia da Madeira nos deixa boquiabertos, pelo contraste entre as regiões à beira-mar e a altura de seus picos e montes. É obrigatório citar pelo menos o Pico Ruivo e seus 1.862m; Pico do Areeiro, 1.818m; Pico Canário, 1.592m; Paúl da Serra, 1.500m; Poço da Neve, 1.633m; Pico Ruivo do Paúl, 1.640m; Pico das Urzes, 1.418m; Fonte do Padre, 1.022m.Encumeada, 1.007m; e Pico do Suna, 1.131m.
Com tantas montanhas, e precisando aumentar espaços para o fluxo de veículos pelos quatro cantos da ilha, o Governo Regional da Madeira construiu um sistema viário que muitos países ricos e montanhosos não possuem. Foram abertos gigantescos túneis nas rochas, como o acesso à via da Cota 200, simplesmente monumental.

Num território tão acidentado, a Madeira conseguiu ter vias expressas com velocidade de 80 km/h, túneis com pistas duplas independentes em cada sentido (iluminação e sinalização impecáveis), estradas secundárias e pequenas rodovias asfaltadas interligando a ilha por completo. Destaques para a Estrada Monumental (digna deste nome), Estrada da Liberdade, Caminho de São Martinho e Estrada do Livramento.
Entre as principais vias urbanas, interligando a capital Funchal aos pontos mais próximos ou distantes, menção obrigatória para a Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses (obviamente,  de frente para o mar). Av. do Infante, Av. Sá Carneiro, Av. Arriaga, Rua do Bom Jesus, Rua João de Deus, Av. Luís de Camões (claro que não poderia faltar), Rua da Ribeira, Rua Conde Carvalhal etc.

O AEROPORTO DE FUNCHAL É UMA OBRA DE ARTE

Os turistas chegam à Madeira pelo Aeroporto Internacional do Funchal (FNC), importante obra de engenharia (com participação brasileira), pois grande parte da pista foi construída sobre o mar, um aterro artificial sustentado por mais de 80 pilares de concreto. A pista antiga era curta e perigosa até para os pequenos Boeing 737-200 dos anos 60. Hoje, podem descer aviões gigantes como os Boeing 757, 767 e 777 e os Jumbos e  Airbus A340-500.
Pousar em Funchal, com mau tempo, era um grande risco pela proximidade dos íngremes rochedos, nas duas cabeceiras da pista, e os ventos fortes. O Aeroporto Internacional acabou se transformando numa obra de arte, ampliando a pista – numa extensão considerada impossível nos anos 60 - e os pátios de estacionamento de aeronaves. Terminal smplo e moderno. O antigo parecia garagem de ônibus ou Rodoviária.

Funchal ganhou novo status e passou a entrar na lista do jet set internacional. . E os fretamentos para a Madeira, antes considerados quase impossíveis, se tornaram comuns em qualquer época do ano. A ilha favorita dos portugueses acabou sendo repartida com russos, suecos, finlandeses, noruegueses, dinamarqueses, espanhóis, holandeses, alemães , austríacos, gregos, turcos. belgas etc. E os orientais chegaram aos bandos.


A MADEIRA PRECISA DE MELHOR DIVULGAÇÃO


Creio que a tendência, para o futuro, é a Madeira receber um número cada vez maior de brasileiros, com ou sem réveillon. Realmente, é um do lugares mais bonitos do mundo e um dos tesouros ocultos de Portugal. Devia ter mais exposição internacional. Marketing competente não é o forte do turismo no país (com raras exceções), 

Penso que a divulgação da Madeira ( também Açores) teria de ser muito mais abrangente e bem direcionada. Mais inteligente também. Maior presença nas grandes feiras mundiais de turismo. E uma atenção especial ao mercado brasileiro. (Opinião indispensável neste contexto: a vizinha e eterna rival  Espanha faz promoção muito mais intensa e extensa das Ilhas Canárias e Baleares).

Sua melhor definição é uma ilha da fantasia que surge, de repente,  na imensidão do Atlântico. É quase impossível reunir tanta beleza e diversidade num só lugar.   

Desculpem este meu entusiasmo, que é gratuito, como tudo que  é publicado neste blog – jamais teria qualquer conotação comercial. Nunca conheci qualquer autoridade na ilha, nem teria vontade de fazê-lo. Passei aqui pela primeira vez em fins de novembro de 2009, a bordo do falecido navio Costa Concordia, fazendo minha segunda travessia rumo ao Atlântico Sul (Savona, Gibraltar, Lisboa, Madeira, Recife, Maceió, Salvador e Rio). Foi um caso de paixão súbita.

Lembro-me de que o comandante do Costa Concordia, cap. Michele de Gregorio, me convidou para estar com ele na ponte do comando, no momento de deixar Funchal e iniciar a travessia do Atlântico. Meu conhecido desde os tempos em que ele comandava o Melody e o Armonia, da MSC, ele sugeriu: -“Traga sua câmera, você fará imagens maravilhosas”.

NA DESPEDIDA, JÁ PENSANDO EM VOLTAR
A Madeira estava excepcionalmente luminosa naquela tarde de novembro de 2009. Era a primeira travessia do Costa Concordia rumo ao Brasil, viagem de 18 dias.  O navio tinha menos de 2 anos de operação e estava tinindo. Isso dá muito o que pensar. Enquanto ele  se afastava da ilha, deslocando suas 114.500 toneladas e com mais de 3 mil passageiros a bordo  – quem poderia antever naquele dia seu trágico destino, nas mãos de um desatinado chamado Schettino, que o levou a um naufrágio perto da Ilha de Giglio, no litoral do Mar Tirreno, dali a menos de dois anos? 

  Naquele instante na Madeira, imaginar isso seria um exercício de masoquismo e catastrofismo. Melhor então concentrar-se no mar azul, na visão das encostas floridas, nos prédios brancos que vão ficando pequenos, nas embarcações que cruzam conosco. Foi quando prometi a mim mesmo: - você vai voltar, e muito antes do que imagina. 

 Já havia até uma sólida razão recente para retornar: a excepcional acolhida de Isidro Pita, escalado pela diretoria do Hotel Vila Galé Santa Cruz para nos apanhar com sua van no porto e fazer um giro pela ilha, levando umas 5 horas. Éramos quatro: um importante ortopedista carioca (Eduardo Malcher), seu amigo argentino (Luís Melián) e o casal Fraga. A gente queria ver o máximo possível da ilha, e sem almoçar.

Com educação e diplomacia, abrimos mão do demorado almoço com o diretor geral Joaquim Fernandes no restaurante do hotel, trocado por uma rápida visita às instalações do resort e do Spa Satsanga, e depois sobrou tempo para passear. A primeira parada foi no monumental campo de golfe Santo da Serra.

Hoje, anos depois, penso que a maneira mais rápida e fácil de visitar a Madeira é numa escala de navio, que dura nove horas, pela rapidez e mobilidade.  Foi assim que fizemos mais tarde, em maio de 2011, no navio Costa Mediterranea, com escala em portos da Espanha e Marrocos; e depois, em 2012, em outro cruzeiro que incluiu passagem por Santa Cruz de Tenerife, Ilhas Canárias (Costa Deliziosa). Isidro estava sempre nos esperando no porto de Funchal.


     VOLTAR À MADEIRA, MAS LEVANDO AMIGOS

Sem ter procuração, acabei me tornando um permanente divulgador do Arquipélago da Madeira. Digo aos amigos que a Madeira é simplesmente empolgante, e eles querem saber mais detalhes. Mostro revistas, guias, CDs, mapas e postais. Só então eles ficam sabendo  que já fui lá quatro vezes nos últimos cinco anos, e planejo voltar outras tantas. E já prometi aos netinhos Rafael e Mariana que, quando completarem 10  anos (e o vovô estiver firme), vão ganhar de presente sua primeira viagem à Europa, começando pela Madeira. Rafa quer voar de Condor ou KLM; e  Mari prefere Air France.

Alguns amigos fraternos acabam "contaminados" pela paixão madeirense. José Cesário Figueiredo (ex-colega da Cemig e emérito viajante) e Maria Luzia já foram conosco uma vez (e também ao Porto e Vila Nova de Gaia), e querem voltar. Apesar da qualidade dos hotéis e resorts centrais, e seus shows e cassinos, nossa escolha sempre foi o Vila Galé Santa Cruz, a 5m do aeroporto, com excelente comida do chef Filipe Silva (o rei do bacalhau) e tarifas até baixas pelo muito que oferece (base de 80 euros por casal fora da alta temporada).

É nesta região de Santa Cruz que estão  meus queridos amigos Isidro Pita, a esposa Jacinta e os filhos Diogo, Margarida e Carina, duas lindas raparigas (como se diz em Portugal). Este blog é dedicado a eles, com carinho e saudade. Obrigado pela participação de Margarida e Carina na busca de informações que tornaram possível redigir esta matéria, sem aproveitar nem 50% do que foi por elas apurado. Esta família ama o Brasil e ainda vai acabar nos visitando. Carina tem paixão pelo mar.
Aos amigos Pita, com antecipados votos de Boas Festas e Feliz 2015, aquele abraço fraterno que cruza o Atlântico!

------------
Hélio Fraga - Editor
Trabalhos de po


stagem e edição: Ana Cristina Noce Fraga
Belo Horizonte-MG / Brasil
17 de novembro de 2014

Nenhum comentário:

Postar um comentário