segunda-feira, 23 de março de 2015

MAR DEL PLATA, NA ARGENTINA, BUSCA ATRAIR MAIS TURISTAS BRASILEIROS

Mar del Plata é um destino preferido no verão do Cone Sul

As férias de julho estão chegando, e este 2015 é um ano de muitos feriados, que permitem mais opções de viagens. Apesar das dificuldades econômicas e tensões políticas que Brasil e Argentina vêm enfrentando, a cidade litorânea de Mar del Plata - que fica a 414 km  ao sul de Buenos Aires - decidiu lançar um programa visando atrair um maior número de visitantes brasileiros, que representam apenas 4 por cento dos 8 milhões de turistas que ela recebe por ano. No ano passado, entre os 5,9 milhões ue cruzaram a fronteira da Argentina, ou chegaram de avião ou navio, foram 1.082.011 brasileiros.
Para fazer contatos  com empresas do turismo nacional, estiveram em São Paulo a executiva Valéria Méndez, vice-presidente do órgão de promoção turística de Mar del Plata, e o secretário de Desenvolvimento Mariano Perez Rojas. Eles participaram de reuniões na Fiesp paulista e na Fecomércio, e também visitaram operadoras e agências de viagens.
Haverá uma Semana da Argentina, daqui a três meses, na Casa Argentina em São Paulo, quando delegações de várias cidades estarão promovendo intercâmbio comercial com fortes operadoras turísticas e emissoras de grupos de visitantes com destino ao Cone Sul. 

Além de Mar del Plata, estarão presentes lideranças do turismo em Buenos Aires, San Carlos de Bariloche, Mendoza, Córdoba, Rosário,  La Plata, Santa Fé, Salta, Bahia Blanca, San Martin de los Andes, Perto Iguazu (na tríplice fronteira  das Cataratas) e outras cidades de várias regiões da Argentina. A alta valorização do dólar diante do peso argentino e do real é um dos complicadores que conspiram contra o sucesso dessas metas de marketing e vendas.
A maioria dos visitantes brasileiros se limita a conhecer Buenos Ares, e no máximo uma pequena parte de sua região metropolitana. Os turistas vão em busca das lojas da Calle Florida e Calle Lavalle, dos shows de tango em lugares famosos (como El Viejo Almacén e Señor Tango), restaurantes de Puerto Madero, feira típica de antiguidades (San Pedro Telmo), lojas e atrações do bairro portuário de Caminito e aqueles marcos tradicionais da capital portenha - como o Obelisco da Av. 9 de Julio, Casa Rosada, Plaza de Mayo, Catedral Metropolitana e o túmulo do general San Martin, shoppings Galerias Pacifico e Patio Bullrich, Teatro Colón, Estádio La Bombonera (Boca Juniors) e cafés e restaurantes do bairro Recoleta.
As viagens médias variam de 3 a 5 dias, em fins de semana prolongados. O outono começou agora na Argentina, e o inverno se inicia em 21 de junho. As férias de julho caem numa época fria, que favorece a compra de agasalhos de couro, cachemir e lã. Para os turistas mineiros, há voos diários de Confins a Buenos Aires, em jatos Embraer 190 da Aerolineas, decolando de madrugada, com conexões para várias regiões do Cone Sul a partir dos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque Jorge Newberry. Em julho, tradicionalmente, há voos fretados do Brasil para Bariloche, além das viagens regulares pela TAM e Gol. 
Os interessados nessas viagens devem acessar os sites www.argentina.travel www.mardelplata.com, e ainda www.turismomardelplata.gob.ar. Podem consultar os pacotes turísticos de grande operadoras mineiras e nacionais, como  CVC Viagens, Nascimento, Agaxtur, Tourlines, Abreutur, Master, Primus, Belvitur, Interpool e outras. Seus pacotes estão à venda nas mais tradicionais agências de viagens. Outras atrações turísticas da Argentina a seguir.

MAR DEL PLATA : DESTINO DE CRUZEIROS MARÍTIMOS


Parques aquáticos ficam cheios nos finais de semana e férias
Em seus contatos com lideranças do turismo em São Paulo. os executivos de Mar del Plata garantiram que o balneário espera se transformar num porto de escala de grandes navios que visitam o litoral da Argentina, a partir da inauguração de seu novo terminal maritimo no final deste amo. Sua promessa: oferecer instalações confortáveis e agilidade nos embarques e desembarques, considerando-se que esses navios vão  trazer mais de 2.900 viajantes.


Com sua entrada em operação, a cidade espera criar condições e ter um marketing eficiente para colocar Mar del Plata no mapa dos cruzeiros. Terá de levar à mesa de negociações estatísticas e argumentos sólidos para tentar convencer grandes armadoras estrangeiras, como MSC e Costa Cruzeiros, a criar uma escala adicional ou roteiros alternativos a Mar del Plata. Isto não é fácil.
A cidade tem 650 mil habitantes, sendo a terceira colocada no mercado de eventos na Argentina, por causa de suas competições náuticas e esportivas. Tem cinco campos de golfe profissionais e muitas atrações interessantes sob o ponto de vista histórico e cultural. Os turistas que a visitam, anualmente, são argentinos na maioria, e também uruguaios e chilenos.
Mar del Plata é a cidade natal de Astor Piazzolla, um dos expoentes da música argentina, famoso por suas composições que misturam o jazz e trechos clássicos em tangos imortais, mostrando que a Argentina não vive só da saudade de Carlos Gardel. Piazzolla nasceu aqui em 11 de março de 1921 e morreu em Buenos Aires em 4 de julho de 1992.
O órgão de promoção turística de Mar del Plata criou um circuito `grátis à disposição dos visitantes, levando-os a conhecer um pouco mais sobre a vida e obra de Piazzolla, e os cenários onde nasceu e se criou. O passeio dura uma hora, com direito a um vídeo especial sobre o compositor e instrumentista.
Aos visitantes,  Mar del Plata oferece os tradicionais cafés, casas de chá, e restaurantes típicos. Aqui, além da parrillada e do bife de chorizo, os visitantes se esbaldam em casas especializadas em frutos do mar, abundantes na região.
Os voos de Buenos Aires a Mar del Plata duram apenas 45 minutos, e saem tanto de Ezeiza como do Aeroparque Jorge Newberry, seu aeroporto mais central (o internacional Ezeiza fica a 35 km do centro). .A rede hoteleira de Mar del Plata conta com 55 mil camas e há outras centenas de leitos disponíveis em casas e prédios, para aluguel por dias ou semanas. Cotação sempre em dólar.
Os melhores hotéis ficam à beira-mar, com vistas esplêndidas


O acesso a Mar del Plata pode ser feito também  pela Ruta Nacional nº 2, ou por ônibus e trens (Ferrocarriles de Argentina). A cidade conta também com shoppings e galerias comerciais, com lojas especializadas em casacos de couro, lã e cachemir. E lojas que vendem brincos, pulseiras e colares; calçados e bolsas; moda esportiva ou trajes formais; roupas e acessórios em geral; perfumes e cosméticos. Pode-se pagar em reais e dólares. Claro que os argentinos preferem as verdinhas norte-americanas, que podem ser trocadas até por 15 pesos.


      NO TANGO, O ENCANTO DE BUENOS AIRES
Mesmo em tempos de crise econômica e política, Buenos Aires não perdeu seu charme e classe. Mas a beleza da capital portenha anda um tanto descuidada, fruto de maus serviços públicos e descaso.O trânsito é intenso, agitado e barulhento. E o tango está por toda parte, ao som de bandoneons que parecem chorar e dançado por casais jovens e elegantes - eles de terno e gravata, alguns com chapéu, e elas com vestidos colantes e cheios de brilhos. 



O tango está por toda parte, dançado nas ruas e em casas de shows


Os homens fazem o papel de galãs irresistíveis, típicos machões latinos, um tanto soberbos e arrogantes. Elas são 
tentadoras e sedutoras, acelerando os batimentos cardíacos da plateia em volta. Seu visual mostra que elas estão ali no calçadão da Calle Florida ou Lavalle para partir os corações. As coreografias sensuais chegam ao ápice quando os corpos se entrelaçam e o bandoneon parece  gemer de emoção.

O visitante vai deparar com casais de dançarinos de tango em ruas de pedestres, calçadões, praças, cafés, teatros e casas de shows, e nos hotéis e shoppings. A cidade parece viver, dia e noite, ao som de tangos como Nostalgias, Uno, El Choclo, À Média Luz, La Cumparsita, El Dia que Me Quieras, Cuesta Abajo, Mi Buenos Aires Querido, Melodia de Arrabal, Sus Ojos se Cerráron, Por Una Cabeza e tantos mais, imortalizados por Carlos Gardel. 


As constantes desvalorizações do peso frente ao dólar (houve a ilusória paridade de 1 x 1 até 2002) tornam a Argentina um país barato para os visitantes. As diárias dos principais hotéis são calculadas em dólar - como o Sheraton Buenos Aires e Park Tower, o luxuoso Hotel Alvear em La Recoleta, o Marriott, o  Hilton de Puerto Madero, o Hyatt Regency, o Caesar Park e hotéis de luxo de grandes redes internacionais.
Come-se muito bem, bebe-se vinho tinto de Mendoza, toma-se cerveja Quilmes e há sobremesas magníficas. Um bom jantar pode custar US$ 30 por pessoa, até menos. Duas indicações, entre dezenas: o restaurante Hereford, um dos melhores da cidade, em Puerto Madero; e o La Estancia, na Calle Levalle, com sua famosa parrillada, as carnes girando em volta da fogueira e os visitantes admirando.
Com tantos pacotes baratos e financiados em 10 parcelas sem juros, Buenos AIres é uma boa escolha tanto para a Semana Santa como os feriados de Tiradentes, Dia do Trabalhador e Corpus Christi.




QUASE 50 ANOS CONVIVENDO COM OS ARGENTINOS
Casa Rosada, sede do governo da Argentina, na Plaza de Mayo
Viajando à Argentina desde o final dos anos 60, quando cheguei pela primeira vez a Buenos Aires pelo navio italiano "Augustus", irmão gêmeo do "Giulio Cesare" da Italmar, aprendi a ter respeito pelo país e sua gente, sua cultura e tradições. Rivalidades esportivas à parte (cada um tem o direito de torcer, desde que respeitando o outro), e divergências políticas e econômicas colocadas de lado (os dois governos têm a obrigação de sentar-se à mesa e negociar, sem barreiras, restrições, birras infantis  e imposições), eu acreditei sempre numa boa convivência, e isso já dura quase 50 anos.
Este blog é uma boa ocasião para recordar velhos e queridos amigos argentinos como  Roberto Alfredo Perfumo, o melhor jogador estrangeiro que já atuou no Cruzeiro, um  atleta leal dentro de campo e um cidadão exemplar cá fora (nosso último encontro foi no Hotel Sheraton San Cristóbal, em Santiago do Chile, quando ele defendia o River Plate na Copa Libertadores, anos 70); Héctor Vega Onésime, um dos melhores jornalistas esportivos da respeitada revista El Grafico; e todos os colegas jornalistas de turismo que trabalham nos jornais La Nación, El Clarin e revistas (há mais de 30 anos a gente se encontra no congresso Pow Wow, nos Estados Unidos).
Lembro-me ainda de Ruben Rosel, que foi diretor da extinta Cruzeiro do Sul em Buenos Aires e sempre teve bom relacionamento com o meio turístico brasileiro, desde os tempos da Austral Lineas Aereas e Sol Jet. Recordo também, com estima, Roberto Otálora, há tantos anos no Sheraton e Park Tower, dedicado e competente.

 Em anos mais recentes, acabei me tornando amigo da querida Karina Perez, da Universidade de Buenos Aires, viajante internacional e fã do Brasil, fazendo frequentes visitas a seu amigo Luís Antonio Melián Vanderland e ao médico ortopedista Eduardo Malcher, na Barra da Tijuca. Ela passou o último final de ano com eles em terras mineiras, no Hotel Glória em Caxambu.
Luís Melián e dr. Eduardo Malcher foram nossos companheiros em vários cruzeiros marítimos, começando no navio "Zenith", que era da Celebrity, em dezembro de 2002, partindo de Valparaíso no Chile e chegando 14 dias depois a Buenos Aires, após escalas em Puerto Montt, Punta Arenas, travessia do Estreito de Magalhães, Fiordes Chilenos, Canal de Beagle, contorno do Cabo Horn, Ilhas Falkland (ex-Malvinas), Puerto Madryn e Buenos Aires.
Viajamos juntos também aos Fiordes da Noruega, Islândia e Cabo Norte (o ponto mais setentrional da Europa) , no navio "Costa Classica", em 2006; e de Amsterdam a Copenhague, Estocolmo, São Petersburgo, Tallin, Helsinque e Ilha Bornholm, pelo navio "Costa Atlantica" em setembro de 2007 (Karina Perez foi conosco, e a saudosa sra. Carmen Malcher); e fizemos a travessia do Oceano Atlântico durante 18 dias, de Savona ao Rio,  a bordo do falecido "Costa Concordia", em novembro de 2009.

No futebol argentino, não tenho nenhuma preferência entre Boca Juniors, River Plate, Independiente, San Lorenzo, Racing, Rosário e Estudiantes de La Plata. Entre os destinos turísticos, gosto  de Mar del Plata, Ushuaia, Patagônia Argentina e Terra do Fogo, e Bariloche, Cerro Catedral, Hotel Llao Llao e lago Nahuel Huapi, e San Martin de los Andes, com a visão magnífica do vulcão Lanin e do majestoso Cerro Tronador (3.491m).
Conheci ainda Puerto Madryn, Glaciar Perito Moreno, a fábrica da Fiat em Córdoba, Puerto Iguazu, San Isidro e La Plata. Já fiz de navio a rota de Montevidéu a Buenos Aires. E acho o lado argentino das Cataratas mais bonito que o brasileiro, pela passarela que nos coloca à frente da Garganta do Diabo.
Neste tempo que me resta, havendo chance, gostaria de conhecer Mendoza para chegar mais perto do Pico Aconcágua (6.959m) e visitar Bahia Blanca, Salta, Corrientes, Tucumán, Rio Gallegos, Rio Grande, Comodoro Rivadavia e San Luís. Não havendo tempo, nem chance, meus netinhos Rafael, Mariana e Larissa podem fazer isso por mim quando crescerem.

VISITAR A TUNÍSIA, UM SONHO AGORA IMPOSSÍVEL
Este final de coluna nada tem a ver com Mar del Plata, e entra aqui para que não se percam a oportunidade e a atualidade. Uma matança covarde de inocentes aconteceu no norte da África, em Túnis, capital da Tunísia, no dia 19/3, durante uma escala do navio italiano MSC Orchestra lotado de turistas de várias nacionalidades.

Como ocorre em todas as escalas, programam-se excursões a atrações turísticas locais, ao custo de 60 a 70 dólares por pessoa, em ônibus especialmente fretados, e sempre acompanhados por guias. Em cada porto, saem de 25 a 30 ônibus, e os passeios duram de 3 a 4 horas. Ao final, regresso ao porto e reembarque no navio, que vai zarpar às 17h rumo ao próximo destino.
Um atentado de terroristas islâmicos radicais acabou transformando esta escala em Túnis numa tragédia espantosa, um  pesadelo que as famílias atingidas jamais vão esquecer. Assim que os passageiros desembarcaram do ônibus, subindo as escadas do Museu do Bardo, próximo ao Parlamento, eles foram fuzilados por fanáticos portando metralhadoras.  Foram assassinados barbaramente 19 viajantes do Orchestra - entre eles, quatro italianos, cinco japoneses, dois colombianos, um francês, um polonês, um australiano e uma espanhola.

A escala aparentemente trivial e tranquila acabou se tornando um inferno, dentro e fora do navio, e criou-se um clima de comoção e revolta. É fácil tirar algumas deduções, acostumado à rotina dos cruzeiros: os acompanhantes e parentes dos passageiros mortos tiveram de desembarcar às pressas, interrompendo a viagem, para cuidar do traslado dos corpos das vítimas aos respectivos países, com apoio (nem que seja meramente burocrático) de consulados e embaixadas.

 
A companhia italiana não tinha como reter o navio, diante dos rígidos horários nos próximos portos, e contratos assinados para novas excursões, e talvez nem tivesse pessoal disponível para ficar e dar assistência às vítimas. É possível que companhias de seguros tenham sido acionadas, mas não se espere delas rapidez nas decisões e envolvimento emocional no drama das familias. 

Um atentado desse tipo arrasa com qualquer cruzeiro, que fica marcado para sempre. Cria-se um clima de constrangimento nas atividades diárias a bordo, a rotina passa a ser pesada e constrangedora.. Talvez sejam cancelados shows noturnos e eventos sociais no deck (andar) das piscinas. Nos jantares e almoços, num clima melancólico, várias mesas estarão desfalcadas´pois.nelas estarão faltando aqueles que não voltam mais.

Um fato resultante deste atentado tem grande importância: as operadoras de cruzeiros marítimos, especialmente a Costa e MSC, decidiram cancelar  as escalas previstas para Túnis, em definitivo, ou pelo menos adiar seu retorno operacional até que cesse a ameaça de novos ataques (difícil de prever e acontecer). Assim, a economia da Tunísia recebe um golpe que pode ser fatal, já que o turismo é a base da economia do país africano. 

Então, adeus euros, dólares, libras esterlinas e ienes. Perdem todos ao mesmo tempo: guias, taxistas, museus, restaurantes, transportadoras, trens, ônibus, shoppings, empresas de telefonia, prestadores de serviços etc. Até que a situação política se estabilize, a Tunísia vai sofrer na carne por este ato de crueldade e estupidez dos terroristas radicais.
Aqui entro eu: desde a Expo Mundial de Hannover,em 2002, quando conheci de perto a riqueza e variedade do artesanato da Tunísia, decidi que ia levar Ana Maria num cruzeiro italiano com escala neste país. O tempo foi passando, novos roteiros marítimos sendo acrescentados (Mar Negro, Criméia, Romênia, Sicília, Croácia, Malta etc) e o projeto sendo adiado. Ao completar 97 países visitados, na Eslováquia, em outubro de 2014, prometi a mim mesmo que a Tunísia seria um dos 3 escolhidos para completar os 100, e marquei o cruzeiro da Costa para fins de setembro deste ano, utiiizando pela 1ª vez meu cartão Gold Pearl - aquele exige o pagamento de 130 noites a bordo (cerca de 15 cruzeiros acumulados).
Agora, este se transforma num desejo impossível de se concretizar e terei de pensar em alternativas como Irlanda, Creta, Montenegro, Bósnia Herzegovina Letonia, Lituânia e Eslovênia.
Mais um preço que se paga pelos ataques terroristas covardes, traiçoeiros, cruéis, insanos e radicais: destruir os sonhos alheios, de quem não tem nada a ver com suas crenças fundamentalistas e sua atrocidade - que espanta o mundo e nos faz temer o dia de amanhã. Como se não bastasse o desgoverno do Brasil e seus reflexos imprevisíveis.
PS: Na próxima edição, Semana Santa nas cidades históricas de Minas Gerais e em Nova Jerusalém, no Agreste de Pernambuco.

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Belo Horizonte/MG - Brasil
23 de março de 2015 
Editor: jornalista Hélio Fraga
Postagem e edição: Ana Cristina Noce Fraga


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