sábado, 23 de maio de 2015

AZUL COMPLETA 100 MILHÕES DE PASSAGEIROS TRANSPORTADOS EM SEIS ANOS DE ATIVIDADES


Sete jatos da Azul enfileirados na pista de Viracopos



Uma marca que fica na história da aviação comercial brasileira: em 18 de maio de 2015, segunda-feira passada, a Azul Linhas Aéreas completou 100 milhões de passageiros transportados. Isso aconteceu seis anos, cinco meses e três dias após a data de seu voo inaugural, em 15 de dezembro de 2008, decolando do Aeroporto Internacional de Viracopos (VCP), em Campinas.
Esta marca é relevante não só para o Brasil, mas para a aviação da América do Sul. Desde sua fundação, a Azul vem batendo recordes sucessivos e consolidando seu prestígio. Hoje, ela responde por 1/3 das decolagens no país, oferecendo mais de 900 voos por dia para mais de 100 destinos, com uma frota de 160 aeronaves - outro recorde, considerando-se o curto período de atividades.
Esta frota é formada por 60 jatos Embraer 195 e 22 modelos do EMB-190.  Há também 50 ATR-72 e quatro modelos ATR-42. Os Airbus A330-200 já são sete. 

Mas a Azul não está deitada no berço esplêndido do sucesso. Está sempre ativa, procurando inovar a cada dia, traçando metas arrojadas e planejando seu futuro. Este Brasil de amanhã passa pela operação dos moderníssimos jatos Airbus A350 já encomendados, e pelas novas séries dos Airbus A320-neo  e dos Embraer 195 de nova geração (série E2), estes com capacidade para 136 passageiros.
São mais de 10 mil empregados e suas bases operacionais mais importantes são os aeroportos de Viracopos, onde ela movimentou mais de 40 milhões de passageiros voando para 56 destinos, e o aeroporto internacional de Belo Horizonte, em Confins, por onde já embarcaram mais de 13 milhões de viajantes. Confins/Tancredo Neves  é sua segunda base mais importante.

Nunca outra companhia aérea nacional ofereceu aos mineiros tamanha facilidade de voos sem escala para capitais brasileiras: nem a eterna pioneira Varig, nos seus tempos gloriosos; nem a Vasp, que foi lider do mercado nos anos 70 e 80; e muito menos as falecidas Rio Sul, Nordeste, Transbrasil e Webjet; ou a Avianca,hoje a  4ª colocada no ranking nacional, que mantém suas operações em Minas.
Belo Horizonte foi escolhida como segunda cidade brasileira, depois de Campinas, a ter voos internacionais diretos para Fort Lauderdale/Miami e para Orlando, na Flórida,  que serão operados por jatos Airbus A330-200 a partir de 16 de novembro próximo. Os jatos estão passando por um processo de reconfiguração e modernização das cabines, com novas poltronas, mais espaço interno e novas opções de entretenimento a bordo, além de novos serviços em comidas e bebidas.
Os voos internacionais de Campinas para Fort Lauderdale e Orlando começaram em dezembro do ano passado. A empresa, sem dar números definitivos,  revela que a ocupação dos assentos ultrapasssou as expectativas iniciais. Para conhecer mais sobre suas rotas e serviços, sugiro acessar o site www.voeazul.com.br

CARTÃO TUDO AZUL COM 5 MILHÕES DE CLIENTES
Outra marca importante da Azul antes de completar 7 anos de vida, em dezembro próximo: no mês passado,  a companhia fundada por David Neeleman completou 5 milhões de clientes portadores do cartão de milhagem Tudo Azul. Eles estão distribuídos nas categorias Azul, Topázio, Safira e Diamante. Já foram firmadas 35 parcerias comerciais a serviço desses passageiros.
O futuro da Azul passa pelo superjato A350 e a nova geração do A320
 

A Azul Viagens continua comercializando pacotes dentro e fora do país, com hotéis de várias categorias nos destinos turísticos mais importantes. Sempre inovando no quesito de serviços, a empresa ampliou as facilidades para check-in automático via internet, e hoje mais de 50% dos passageiros já chegam aos aeroportos com os cartões de embarque impressos, só faltando etiquetar a bagagem.
O presidente da empresa, Antonoaldo Neves, reafirmou os compromissos da Azul com o futuro: -"Seguir inovando constantemente e descobrindo novas formas de atender bem aos passageiros".



   DILSON VERÇOSA (AMERICAN) RECEBE TROFÉU 
Claret entrega o troféu MG Turismo a Dilson Verçosa Jr. (American)

O evento mais importante do turismo mineiro, neste mês de maio, foi a comemoração dos 30 anos de circulação do jornal  MG Turismo, em festa elegante e prestigiada, que reuniu autoridades estaduais e municipais e lideranças empresariais no salão Versailles do Buffet Catharina. Os anfitriões foram os diretores Antônio Claret Guerra e Suely Calaes Guerra. Foram entregues os troféus Mulher Influente e MG Turismo a vários agraciados.
Antes do início da solenidade, Claret e Suely  foram homenageados com a entrega do colar e medalha comemorativos dos 30 anos do jornal, idealizados pelo advogado David Faria e concebidos por Solange Raso, utilizando ouro, prata e rubis no triângulo que representa Minas Gerais.
A festa reuniu figuras conhecidas da sociedade e representantes de todos os segmentos do turismo: companhias aéreas, transportadoras terrestres, agências de viagens, operadoras de excursões, hotéis e resorts, pousadas, locadoras, guias de turismo e prestadores de serviços em geral. Claret e Suely tiveram ao lado os filhos Pedro Henrique, doutor em Ciência da Computação pela Cornell University, nos EUA, e a filha Lívia, médica veterinária pós-graduada pela UFMG e seu marido Marcelo Ribeiro, administrador de empresas.
Dilson Verçosa Júnior, diretor regional de vendas da American Airlines no Brasil, que estava nos EUA na data da festa, veio na mesma semana a Belo Horizonte, especialmente para receber seu troféu MG Turismo, entregue por Claret na sede do jornal, na Savassi. 

Em seu discurso na festa do Catharina, o fundador do MG Turismo lembrou esses 30 anos de dedicação ao setor e agradeceu o apoio e confiança de seus leitores e anunciantes. As fotos de Valdez Maranhão registram detalhes da festa.
Suely e Antônio Claret receberam o colar e medalha de ouro, prata e rubis

  VEXAME PARA O FUTEBOL DA AMÉRICA DO SUL
Pessoas que acompanham este blog em várias partes do mundo se confessam decepcionadas e acham que as leis e regulamentos são muito frouxos nas nações abaixo da Linha do Equador, e a justiça só existe para beneficiar os ricos e punir os pobres. Elas estão acostumadas a tribunais inflexíveis e leis rígidas, para valer mesmo, e não entendem que atos gravíssimos - como os que aconteceram no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, na semana passada, com grande repercussão internacional - não sejam exemplarmente punidos, por serem fatos deprimentes, que atingem a honra e o prestígio do futebol da América do Sul. 
O estádio La Bombonera devia ser interditado por 2 anos, pelo menos


Muitos desses mais de 11,300 seguidores do blog se dizem irritados e frustrados com a sentença branda da Conmebol, "porque se fosse na União Europeia, envolvendo a Liga dos Campeões, seria muito diferente". A maioria pensa que nós, latinos, somos coniventes e complacentes com essa justiça esportiva que pratica tais aberrações. O Boca Juniors, em vez de ser punido, quase foi premiado - ainda que eliminado da atual Copa Libertadores. Uma punição de brincadeira: suspensão de apenas 4 partidas.
As principais críticas vêm de países fortes no futebol, como Itália, Alemanha, França, Portugal, Polônia, Hungria, Dinamarca, Croácia, Suíça, Áustria, Reino Unido, Grécia, Turquia, Bélgica, Ucrânia,  Holanda e, para minha surpresa, Chipre, Malta e Luxemburgo. A repercussão da decisão da Conmebol foi a mais negativa possível. Esses países viverm sob o império da lei, que existe para todos. O Poder Judiciário funciona e os tribunais são rigorosos, inclusive os esportivos. As pessoas pagam pelos crimes que cometem.

Meu passado de mais de 25 anos no Esporte, cobertura de 3 Copas do Mundo e a redação de mais de 5.500  colunas esportivas me credenciam a falar nesse assunto com algum conhecimento de causa, mas não dá para me estender muito. Quero que todos os seguidores do blog saibam de minha opinião franca:

1 - O Boca Juniors devia ser eliminado de todos os eventos esportivos internacionais pelo prazo mínimo de 2 anos. E a América do Sul corre o risco de pagar caro pela selvageria de um bando de torcedores, perdendo uma das 5  vagas na próxima  Copa do Mundo, em 2018.
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2 - O estádio La Bombonera deveria tambem ficar interditado por 2 ou 3 anos. O gramado é o pior da América do Sul. Os times visitantes não tẽm segurança. É um alçapão. A Argentina, apesar do Monumental de Nuñez, do River Plate, merece ter um estádio nacional nos moldes da Allianz Arena de Munique.  

3 -A multa a ser paga pelo Boca teria de ser  de meio milhão de dólares, em vez de US$ 200 mil. Tomara que não sejam financiados por verbas federais, nefasto hábito de governos populistas.


4 - Todos os recursos judiciais, petições e mandados de segurança impetradps pelo Boca devem ser prontamente recusados. O clube do bairro Caminito devia pedir desculpas à naçáo e ao continenrte, em vez de se considerar injustiçado.  

5 - A consequente classificação do River Plate, sem necessidade (nem justificativa) de disputar os 45 minutos finais com o Boca, foi uma decisão justa. Aliás, River e Cruzeiro disputaram ontem à noite uma partida limpa sem agressões, sem garrafas atiradas no gramado e com respeito mútuo. Uma aula de boa educação esportiva, inclusive saber aceitar o resultado adverso de 1 a 0 para o clube mineiro. 

6 - Punir exemplarmente os torcedores violentos e arruaceiros não é tarefa da Conmebol, mas da diretoria do Boca, que não pode ser complacente com tais desmandos e atos criminosos. Aliás, já é inadmissível  e inaceitável que jogadores do Boca tenham batido palmas para os torcedores agressivos, solidarizando-se com seu gesto irracional.

7 - Nós, dos países latinoamericanos, temos de evoluir muito ainda nos quesitos do respeito à lei, civilidade, boa educação e cidadania. E em outros aspectos fundamentais, como códigos e leis mais duros e menos permissivos; maioridade penal mínima de 16 anos; mais segurança aos cidadãos; menos tragédias no trânsito (48 mortes diárias por atropelamentos); mais saneamento básico e melhor saúde pública. Mas algumas nações do Hemisfério Norte, com mais de 2 mil anos de história, precisam entender que somos novos ainda e vamos acabar aprendendo. - a duras penas e pagando os impostos mais exorbitantes do mundo.

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Belo Horizonte/MG - Brasil
22 de maio de 2015
Editor - Hélio Fraga
Trabalhos de postagem e edição: Ana Cristina Noce Fraga


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